Vacinação Covid-19

· 4 min read
Vacinação Covid-19

A vacinação é a forma mais eficaz de frear a contaminação e o surgimento de novas variantes do coronavírus. Apenas a imunização em massa protege todas as pessoas da comunidade e diminui o risco de contágio. A COVID-19 é a maior pandemia da história recente da humanidade causada pelo  novo coronavírus (SARS-CoV-2). Trata-se de uma infecção respiratória aguda, potencialmente grave, e de distribuição global, que possui elevada transmissibilidade entre as pessoas por meio de gotículas respiratórias ou contato com objetos e superfícies contaminadas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 80% das pessoas com COVID-19 se recuperam da doença sem precisar de tratamento hospitalar.

Vacinação


Além disso, o acesso às doses é gratuito, com distribuição pelo Sistema Único de Saúde - SUS. Conheça, o Formulário Médico para indicação da Dose Adicional da vacina contra a covid-19 para pessoas com alto grau de imunossupressão (esse documento é uma sugestão), clicando aqui. Um dos grandes avanços tecnológicos em saúde nas últimas décadas foi a introdução de vacinas como importante estratégia na prevenção de doenças. A atenção dada às imunizações vem crescendo em importância, reflexo de políticas de atenção à saúde. A tampa do frasco da vacina pediátrica é na cor laranja e a vacina baby é na cor vinho, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação, familiares ou responsáveis que levarão as crianças para serem vacinadas.
A expectativa é que esse efeito ocorra quando, no mínimo, 70% da população esteja vacinada, o que é conhecido como “imunidade coletiva”. Aqueles que pretendem viajar para outro país de carro deverão apresentar, além dos documentos exigidos para a vacinação, o comprovante de reserva de hospedagem e um termo autodeclarado de responsabilidade legal pela veracidade das informações apresentadas. Moradores de Curitiba com viagem marcada para o exterior que ainda não completaram o esquema vacinal contra covid-19 podem antecipar a segunda dose ou a dose de reforço, desde que cumpridos os critérios definidos pelo Ministério da Saúde.

Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias. É importante saber também que toda vacina licenciada para uso passou antes por diversas fases de avaliação, desde os processos iniciais de desenvolvimento até a produção e a fase final que é a aplicação, garantindo assim sua segurança. Além disso, elas são avaliadas e aprovadas por institutos reguladores muito rígidos e independentes. Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública por causa da vacinação massiva da população. Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são só alguns exemplos de doenças comuns no passado e que as novas gerações só ouvem falar em histórias. A vacinação protege você e a população, pois evita que doenças imunopreviníveis se espalhem.

No entanto recomenda-se que os profissionais de saúde fiquem atentos a sinais e sintomas de trombose ou tromboembolismo associados à plaquetopenia para o tratamento adequado de acordo com as recomendações disponíveis. Os profissionais que irão atuar na vacinação em Belo Horizonte passaram por treinamento para uso do sistema de informações do Ministério da Saúde. Realizado de forma remota, o treinamento contempla várias etapas da vacinação, como registro de vacinados, controle de distribuição das vacinas, monitoramento de eventos adversos pós-vacinação e informações para gestores, técnicos e público em geral. A maioria destas instituições conta com leitos de internação para atendimento a pacientes com a Covid-19 e outras doenças. Estes trabalhadores estão mais expostos ao vírus e por isso estão sendo priorizados.
O Programa Nacional  de Imunizações (PNI), iniciou, em 1992, a estruturação do Sistema Nacional de Vigilância de EAPV com a publicação do Manual de Vigilância Epidemiológica dos Eventos Adversos Pós-Vacinação em 1998. A partir do ano 2000, com a implantação do Sistema de Informação da Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação (SIEAPV), as informações provenientes de todas as Unidades Federadas são coletadas e analisadas de forma abrangente e consistente. Reforçando a importância da VEAPV, em 15 de julho de 2005, foi publicada a Portaria MS/GM nº 33 (revogada pela Portaria MS/GM nº 1.271, de 6 de junho de 2014), introduzindo os eventos adversos pós-vacinação como agravo de notificação compulsória. (BRASIL, 2014)

Sendo assim, os usuários que perderam o prazo, sem uma justificativa válida, deverão esperar a chegada de novas remessas do Ministério da Saúde e novo chamamento da Prefeitura. (5) Adolescente grávida, que esteja com a vacina em dia mas recebeu sua última dose há mais de 5 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. A dose deve ser aplicada no mínimo 20 dias antes da data provável do parto. Em caso de ferimentos graves, a dose de reforço deve ser antecipada para cinco anos após a última dose.
No caso das crianças, se não houver documento com foto, é possível apresentar a certidão de nascimento junto a um documento com foto dos pais. – O responsável ou acompanhante deve procurar a unidade de saúde de referência e solicitar o agendamento. Deverá ser apresentado documento que comprove a vinculação ativa do trabalhador com o serviço de saúde ou apresentação de declaração emitida pelo serviço de saúde de atuação do profissional. Gestantes e puérperas (até 45 dias pós-parto) devem apresentar cartão de pré-natal OU declaração do nascido vivo OU certidão de nascimento do recém-nascido para comprovação da condição. • Em caso de febre, a vacinação deverá ser adiada até a melhora para que a doença que ocasionou a febre não seja relacionada à vacina.
https://www.tjmt.jus.br/intranet.arq/cms/grupopaginas/105/988/Sint%C3%A9ticas_X_Drogas_Naturais_Entenda_a_diferen%C3%A7a_entre_os_dois.pdf
https://brasilescola.uol.com.br/drogas