Tecnologia Em Saúde Biblioteca Virtual Em Saúde Ms

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Tecnologia Em Saúde Biblioteca Virtual Em Saúde Ms

Com base nesses dados, os pesquisadores da IACOV-BR desenvolveram algoritmos que conseguem predizer como será a evolução do quadro do paciente. Os 5 projetos que venceram utilizavam novas tecnologias à saúde, reforçando a aplicação da Saúde 4.0. Além disso, a grave crise sanitária causada pela pandemia do novo coronavírus exigiu ainda mais profissionais para trabalhar na linha de frente, leitos, medicamentos e aparelhos, como os de respiração mecânica, por exemplo.

De modo geral, apostar na tecnologia na saúde significa otimizar os processos, aumentando a produtividade dos profissionais de saúde e, consequentemente, oferecer um atendimento mais completo e humanizado para os pacientes. Da mesma forma que observamos a ascensão de novas tecnologias no campo dos cuidados de saúde notavelmente durante a pandemia da COVID-19, poderemos ter novos catalisadores de saltos tecnológicos nas próximas décadas. Eventos dessa natureza expõem falhas de longa data nos sistemas de saúde, reforçando e acelerando a importância da inovação tecnológica para atender as demandas. A tecnologia na saúde é crucial, pois exerce um impacto enorme em como as doenças são diagnosticadas, tratadas e acompanhadas, assim como na gestão dos cuidados de saúde e no monitoramento dos pacientes.
Essa tecnologia possui vantagens  para os médicos e para as instituições de saúde, pois o auxílio robótico diminui a margem de erro e ocasiona procedimentos mais precisos. De acordo com o relatório da Zion Market Research, até 2025 o investimento em robótica no setor deve aumentar cerca de 20%. No entanto, o conceito de atendimento integral não pode ser interpretado como “todas as tecnologias oferecidas no mercado para todas as pessoas”, pois isso inviabilizaria a sustentabilidade do sistema de saúde. Além disso, nem sempre essas tecnologias apresentam benefícios reais ou segurança satisfatória quando comparadas às demais. Por isso, os gestores da saúde têm se preocupado em identificar as reais necessidades de saúde da população, avaliar as tecnologias existentes, eleger as prioritárias e organizar o acesso aos serviços e produtos. A Avaliação de Tecnologias em Saúde serve como um caminho para o atendimento equitativo e universal no SUS.
Ainda conforme a OMS, tecnologia em saúde abrange um conjunto de aparatos que visam à promoção, prevenção e tratamento de doenças, além de reabilitar os enfermos. Big data e machine learning também fazem parte do universo da inteligência artificial, resultando em aplicativos que auxiliam os profissionais de saúde. Laudos a distância e segunda opinião médica são serviços ofertados por empresas de telemedicina  no Brasil. Graças  a esses avanços, a humanidade desenvolveu técnicas de prevenção e combate a doenças que, um dia, provocaram tragédias ao dizimar milhares de pessoas.

Tecnologia e saúde


Essa evolução foi essencial para diagnósticos e tratamentos mais precisos, sem contar com o foco na prevenção. As tendências tecnológicas na área da saúde permitiram diagnósticos e tratamentos mais precisos. Outra vantagem é o gerenciamento mais assertivo das empresas desse segmento, devido o acesso aos dados financeiros em tempo real, por meio de plataformas de gestão. Segundo a consultoria Global Health Intelligence, existem 7.488 hospitais no Brasil, dos quais apenas 400 possuem recursos tecnológicos, segundo a ABCIS – Associação Brasileira CIO Saúde. Uma pesquisa realizada pelo Datafolha no início de 2021 mostra que o setor de saúde é o que menos investe em tecnologia. Somente 23% das companhias do segmento possuem departamento de cibersegurança, embora 58% delas admitam que já foram alvo de fraude e ataques digitais com alta e média frequência.
O impacto na redução de custos e ganhos de eficiência muitas vezes tem tradução em um maior número de pacientes passíveis de tratamento. O campo da inovação em saúde cresce a uma taxa exponencial, conhecido e difundido como tecnologia na saúde (healthtech), proporcionando as tecnologias em uso em unidades de saúde todos os dias e tecnologias futuras que auxiliarão na melhoria dos cuidados aos pacientes. A frase “é melhor prevenir do que remediar” sempre foi certeira, mas agora está mais fácil de colocá-la em prática. Isso porque o avanço da tecnologia permite uma maior atenção aos cuidados preventivos com a saúde a fim de evitar doenças e promover a qualidade de vida. Entre os principais temas precisamos destacar a interoperabilidade, que é a capacidade dos sistemas de saúde de compartilhar informações de forma segura e eficiente.

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Não apenas as informações sobre os pacientes ficam disponíveis o tempo todo, como também podem ser coletadas novas. A Internet das Coisas (IoT) é uma integração de dispositivos médicos a uma rede de comunicação onde ocorre a troca e coleta de informações. O 5G é capaz de otimizar a rotina de saúde do paciente e sua comunicação com o médico, com a rápida transferência de dados e a diminuição de período de latência, além da confiabilidade das conexões. Se antes era impensável vermos nossos “vovôs” utilizando determinadas ferramentas tecnológicas, hoje, muitos deles já estão acostumados com a realidade dos computadores e dos smartphones. Isso pode ser feito por meio de conceitos modernos como a realidade virtual e a gamificação, bem como pelo avanço dos equipamentos. Além disso, ao invés de gastar 10 minutos de uma consulta escrevendo no papel, você pode gastar dois minutos digitando os dados do paciente em um prontuário eletrônico, e passar o restante da consulta focado no paciente.

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É frustrante para todos os envolvidos quando os pacientes recebem diagnósticos incorretos. Algo que também tem avançado muito e mudado a forma como os médicos desenvolvem o seu trabalho é a medicina de precisão. A cirurgia robótica já é utilizada em procedimentos minimamente invasivos e ajuda os médicos a terem mais precisão, controle e flexibilidade. Existem opções de filtro de luz azul na maioria dos dispositivos eletrônicos, que podem ser ativadas à noite. Além disso, é indicada uma rotina higiênica de sono, na qual se cria o hábito de se desconectar de dispositivos eletrônicos algumas horas antes de dormir, diminuindo o contato  com telas que emitem esse tipo de iluminação. Além disso, o acesso ampliado a informações faz com que a mente tenha a tendência de se manter ligada por mais tempo, causando desregulação do sono.
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