Infecções Sexualmente Transmissíveis Ists Secretaria Municipal Da Saúde

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Infecções Sexualmente Transmissíveis Ists Secretaria Municipal Da Saúde

Também é possível prevenir e, principalmente, realizar o diagnóstico precoce por meio da coleta de exame preventivo do colo do útero, o chamado Papanicolau, anualmente ou bianualmente, a partir dos 21 ou 24, dependendo do protocolo vigente na sua região. No entanto, pode levar  anos até que a pessoa tenha algum problema perceptível, dependendo do causador da infecção. As ISTs surgem, sobretudo, nos genitais, mas também podem aparecer em outras áreas como palma das mãos, língua ou olhos. IST é a expressão mais precisa para descrever a condição, pois uma pessoa pode ser portadora de uma infecção, mas não estar doente naquele momento.
O Autoteste HIV é um processo no qual uma pessoa coleta sua própria amostra (fluido oral) e, em seguida, realiza um teste e interpreta o resultado, sozinho ou com alguém em quem confia. Se o  resultado é “reagente”, ou seja, positivo, a pessoa pode estar infectada pelo HIV. Nesse caso, ela deve procurar o serviço de saúde para realizar outros testes que irão confirmar ou não o resultado reagente. Entre as ISTs mais comuns na sociedade estão HIV/aids – lembrando que a aids é o estágio mais avançado da doença –, sífilis, vírus do papiloma humano (HPV), vírus herpes simples e candidíase. Quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, as doenças podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte. Para os homens, existem evidências de que a circuncisão pode ajudar a diminuir o risco de contrair o HIV em até 60%.
Herpes genital - Causado por vírus, pode acarretar lesões que iniciam com pequenas vesículas (bolhas). É mais frequente na região labial (Herpes tipo 1) e nos genitais (pênis, vagina, vulva, ânus - herpes tipo 2). O uso do preservativo, masculino ou feminino, em todas as relações sexuais (orais, anais e vaginais) é o método mais eficaz para evitar a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), do HIV/Aids e das hepatites virais B e C. Pacientes que estão sendo tratados contra uma IST bacteriana devem se abster de relações sexuais até a infecção ser eliminada. ISTs virais, especialmente a infecção pelo HIV, geralmente persistem por toda a vida.

Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)


Embora a camisinha reduza o risco de exposição  à maioria das ISTs, elas fornecem menos proteção para infecções envolvendo feridas genitais expostas, como HPV ou herpes. Porém, o paciente ainda carrega o vírus e pode transmiti-lo, embora o risco seja reduzido. Quanto antes a pessoa iniciar o tratamento para o HIV, mais eficaz ele será. Uma vez iniciado o tratamento com antibiótico, é necessário terminar a prescrição. Além disso, é importante não ter relações sexuais até sete dias após o término do tratamento com antibióticos e a cicatrização de quaisquer feridas. Durante a higiene pessoal, devemos observar o nosso corpo, pois isso pode ajudar a identificar uma IST em seu estágio inicial.

Antivirais podem controlar, mas ainda não curam todas essas infecções. A maioria das infecções sexualmente transmissíveis pode ser tratada com eficácia com antimicrobianos. O controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) não ocorre somente com o tratamento de quem busca ajuda nos serviços de saúde. Para interromper a transmissão dessas infecções e evitar a reinfecção, é fundamental que as parcerias também sejam testadas e tratadas, com orientação de um profissional de saúde. Sífilis - Infecção causada por bactéria que inicialmente pode provocar ferida indolor nos genitais (pênis, vagina, ânus) e boca e que, se não for tratada, pode se agravar.

Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs)


Clique aqui para ter acesso aos endereços dos equipamentos voltados a IST/Aids na rede municipal. É importante observar o próprio corpo durante a higiene pessoal – isso pode ajudar a identificar uma IST no estágio inicial – e procurar o serviço de saúde ao perceber qualquer sinal ou sintoma. Os preservativos tem sido um dos métodos para evitar a gravidez e a transmissão das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), do HIV/aids e das hepatites virais B e C e  siflis. Já infecções por vírus podem ser controladas, mas nem sempre têm cura. Se uma mulher grávida tem uma IST, deve receber tratamento imediatamente, pois isso pode prevenir ou reduzir o risco do bebê ser infectado.
Por esse motivo é essencial realizar o diagnóstico diferencial do patógeno causador da infecção, permitindo o tratamento correto e evitando o uso indiscriminado de antimicrobianos. Simão ainda esclarece que urinar e lavar a região genital após o ato sexual pode reduzir os riscos de ser infectado por uma IST; no entanto, uma das prevenções mais simples é o uso do preservativo. A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) consiste no uso de medicamentos – de maneira diária e contínua – que previnem a infecção em casos de exposição. A estratégia, realizada através da ingestão de um fármaco 2 em 1, composto por tenofovir e entricitabina, é totalmente eficaz no combate à Aids. Contudo, é importante ressaltar que o indivíduo não está livre de adquirir as demais ISTs. O CTA da Cidade é itinerante, deslocando-se a regiões de maior vulnerabilidade na cidade nas sextas-feiras e sábados.
Ao contrário do que se possa pensar, a série de medicamentos que justifica a nomenclatura (coquetel), não mata o vírus, mas impede a sua multiplicação. Essa característica evita que o sistema imunológico do paciente seja amplamente prejudicado e o torna não detectável – condição em que o HIV não é transmitido. Ao contrário da maioria das doenças em que os sintomas rapidamente permitem a sua identificação, as ISTs podem passar anos adormecidas, sem emitir nenhum “ruído” e continuar sendo transmitidas sem que o indivíduo saiba que está infectado. Muitas das infecções são silenciosas, e a pessoa pode não perceber sinais e sintomas. Portanto, usar métodos de prevenção, buscar os serviços de saúde e fazer o tratamento adequado são sempre as medidas indicadas. A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passou a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissível (DSTs) porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

Levanta-se a história clínica, incluindo a história sexual, para avaliar se há fatores de risco para DST. Realiza-se exame físico se os sintomas estiverem associados a potenciais DST. Alguns pacientes acometidos relatam dor ao urinar e corrimento anormal do pênis ou da vagina.
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