Em Qual Idade A Disfunção Erétil Mais Afeta O Homem?

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Em Qual Idade A Disfunção Erétil Mais Afeta O Homem?

Na maioria das vezes, as doenças associadas à disfunção erétil são passíveis de controle e tratamento. Ter atividade física regular, evitar consumo de álcool, tabaco e drogas ilícitas, alimentar-se de forma regrada e saudável são as chaves para prevenção. Na avaliação clínica, deve-se coletar uma história clínica completa, incluindo história sexual e psicossocial. Avaliar se há associação com outras disfunções sexuais, como diminuição da libido e distúrbios ejaculatórios. Atentar para a presença de comorbidades prévias, medicações de uso contínuo e eventual, assim como a presença de fatores de risco cardiovasculares e uso de álcool, tabaco e substâncias psicoativas [3].

Disfunção erétil


Os fatores psicológicos são variados, como medo de gravidez e com depressão. Há também a disfunção erétil situacional, quando o paciente tem uma ereção normal com a esposa, mas não tem com a amante, e vice-versa. Os ginsenosides promovem efeitos benéficos cardioprotetores, antifadiga, imunoestimuladores, antioxidantes e hepatoprotetores. Disfunção erétil, ou impotência sexual, é a incapacidade de manter a ereção peniana  rígida o suficiente durante uma relação para que seja prazerosa. Não há problema algum de fazer ao mesmo tempo tratamentos de queda capilar e de disfunção erétil, já que um medicamento não interfere nos resultados do outro.

Disfunção erétil


A disfunção erétil acontece quando o pênis não recebe a quantidade de sangue necessária para que se enrijeça e fique ereto. Existem diferentes motivos que podem levar a essa situação como pressão alta, obesidade, diabetes, problemas psicológicos, entre outros. A disfunção erétil (DE) ocorre quando um homem frequentemente tem dificuldade em ter ou manter uma ereção (enrijecimento do pênis). É possível que o pênis nunca fique enrijecido ou isso ocorra apenas de vez em quando, ou o homem pode até ter ereções, mas elas não duram o suficiente.
Estima-se que cerca 50% dos homens diabéticos têm algum grau de disfunção erétil. A disfunção erétil é a incapacidade do homem de alcançar ou manter uma ereção adequada para uma relação sexual satisfatória. A atividade sexual masculina é um processo complexo que envolve fatores psicológicos e físicos. A disfunção erétil é geralmente uma combinação de múltiplos fatores de ambos os tipos. O medicamento só deve ser utilizado sob orientação médica, já que uma ingestão exagerada pode causar impotência em quem não sofre com o problema.

Chegou ao mercado para preencher exatamente o espaço deixado pelos pacientes que faziam uso dos nitratos e, portanto, não poderiam fazer uso associado ao sildenafila. É droga de ação diferente que funciona em nível central, diminuindo a liberação da adrenalina, que atua no mecanismo da ereção fechando as artérias penianas, responsáveis justamente pela ereção. Os efeitos colaterais mais observados da apomorfina são naúseas e vômitos, o que, na maioria das vezes, inviabiliza seu uso. Estima-se que 50% dos homens com mais de 50 anos apresentem algum déficit eretivo1-3.
Um composto botânico usado na medicina chinesa tradicional que pode desativar a enzima normalmente responsável por diminuir a resposta sexual masculina, assim promovendo uma atividade prolongada. A combinação do aminoácido L-arginina e do extrato de Pinus pinaster vem sendo muito estudada, com resultados positivos no desempenho sexual. Estudo publicado no Journal of Sex & Marital Therapy indicou o expressivo número de até 92,5% dos homens estudados que atingiram uma ereção normal após 90 dias de utilização da combinação dessas substâncias. Os vasos sanguíneos são revestidos por uma fina camada de células chamada de endotélio vascular. Quando ocorre uma disfunção nessas células, os vasos se contraem, e um processo inflamatório e aumento da coagulação do sangue são observados.

A hipertensão arterial pode danificar os vasos sanguíneos e reduzir o fluxo sanguíneo para o pênis, comprometendo a capacidade de obter uma ereção. É essencial buscar orientação médica adequada para avaliar a causa subjacente da disfunção erétil e determinar o melhor plano de tratamento para cada indivíduo. Com os cuidados apropriados, muitos homens podem recuperar uma vida sexual satisfatória e satisfazer seus desejos íntimos. A disfunção erétil é a incapacidade de o homem conseguir obter e manter uma ereção do pênis suficiente que possibilite uma atividade sexual satisfatória.
Segundo o cirurgião vascular dr. José Mário Reis, a principal causa para o problema é  a emocional, responsável por cerca de 70% dos casos. Não é incomum observarmos, durante a consulta, que uma simples orientação sobre atividade sexual "normal" seja suficiente para resolver o problema. Não se deve, na esfera sexual, defender juízos de valores, pois a sociedade em que vivemos é muito heterogênea e mudanças ocorrem rapidamente. A troca ou adequação posológica de medicamentos que prejudicam a ereção pode melhorar a disfunção. A correção nos níveis de glicose, colesterol e triglicérides também pode ser vital na melhora do desempenho sexual1,3.
Observa-se que seu uso é indicado àquele paciente com indicação para o uso da sildenafila, mas que está receoso de seus efeitos colaterais4,9. Ainda dentro da "terceira linha" de tratamento, há o uso de ondas de choque eletromagnéticas. São até seis sessões em que o médico posiciona um aparelho em direção ao pênis e tenta cobrir a maior parte do órgão. Embora efetivos, os medicamentos sintéticos utilizados para tratar DE podem apresentar efeitos colaterais, tais como dores de cabeça, tonturas, rubores, visão turva, sensibilidade à luz e palpitações.
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